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25
Apr 10

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13
Dec 09

Pixies em NYC (Parte I de II)

Não deve ser novidade para quem só viu em filmes ou para quem esteve ou está lá, mas Nova Iorque é uma cidade que não precisa de muito esforço para ser surpreendente sob as mais diferentes formas. No meu caso isso aconteceu com as lojas de games, as linhas de metrô, lojas de roupa e até com um belíssimo pôr-do-sol sob uns 9 graus, às 3:30 PM. Mas vou deixar para falar sobre esses depois e me concentrar num episódio que escancara essas surpresas: o show dos Pixies que presenciamos por pura sorte.

Era uma Terça-Feira em que Marina e eu nos separamos pela manhã. Ela ficou em casa dormindo e eu fui atrás de um tênis confortável (encontrei um bom e barato New Balance 574 que me acompanhou durante todos os outros dias na cidade e além). Depois nos encontramos para tomar café e subimos até o topo do Empire States Building. O bagulho é louco e o processo é lento, mas cada segundo de espera é compensado pela vista fantástica da cidade. E aqui é melhor deixar que as fotos façam seu trabalho (e façam o favor de clicar nas imagens para apreciá-las no tamanho original):

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The Empire State Building
Reparem no edifício grande e preto ao centro. Do lado direito há o hotel aonde ficamos hospedados. Do lado esquerdo há uma espécie de outdoor anunciando o GTA IV: Stories Of Liberty City, dando ênfase para o Gay Tony. Se não conseguiu ver, dê uma olhada na foto abaixo.

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tentamos ir ao MoMA e quebramos a cara na porta fechada semanalmente nesse dia. Então aproveitamos a relativa proximidade para irmos ao Museu de História Natural, caminhando por um Central Park vazio, recheado por árvores sem folhas sob um céu azul sem nuvens. O passeio segui-se tranquilo até que começamos a sentir os pés doendo e o estômago vazio. Para a nossa sorte o museu estava próximo e, como não podia deixar de ser, havia uma carrocinha de cachorro-quente na frente.

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Comemos e entramos no museu e andamos por diversos departamentos, imaginando como seriam as guerras entre as civilizações cujas peças estavam sendo exibidas ali. Do pouco que vimos, chineses e russos ganhariam muitas. Seguimos para os animais pré-históricos e aproveitei para estrear minhar câmera de mão, produzindo um mini documentário para o meu sobrinho que não desgruda os olhos dos canais naipe Animal Planet.

Terminamos a nossa visita exaustos o suficiente para saber que o Museu de História Natural pede disposição e provavelmente mais de um dia de dedicação para ser bem visitado com decência. Caminhamos pela Broadway até que encontramos uma estação de metrô e decidimos seguir até a Grand Central Station, atrás de um bar de ambiente mexicano que nos foi recomendado por um vendedor shkotzim da B&H. Descemos na Times Square e seguimos a pé até a Grand Central Station onde encontramos o Zocalo Bar & Restaurant sem muita dificuldade.

Fomos atendidos por uma gentil equatoriana que ficou muito feliz em saber que somos do Brasil. Aliás, uma coisa bem interessante que aconteceu por duas vezes nessa viagem foi a emoção manifestada por essa identificação Sul Americana. Carolina nos serviu boas comidas mexicanas e duas ótimas margaritas, mas eu logo fiquei de olho na margarita frozen de manga da moça ao nosso lado, que depois provou-se de fato ainda melhor.

Ainda cansados, mas agora bem-alimentados, resolvemos passar na Toy R Us da Times Square e me decepcionei com o tamanho da loja, além do fato dos funcionários serem irritantemente mal informados, diferente de todas as outras lojas dos mais diversos tipos que eu havia visitado até então. Mal sabiam o que era Star Wars, mesmo havendo lá uma seção com brinquedos da série. Não levei nada, mas a Marina apareceu com o mais que procurado PIKACHU MÉDIO (sim, não podia ser grande nem pequeno) que meu sobrinho havia me pedido há quase um ano e eu não havia encontrado no natal passado e nem no seu aniversário.

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No final decidimos que nossos pés e pernas mereciam um descanso depois de abusarmos deles por tantas horas, e rumamos para o hotel que ficava relativamente perto da Times Square (8th Ave X 34th St) para um banho demorado e justo para depois, se houvesse ânimo, irmos a um show de uns amigos da prima gringa do Leo, que gentilmente nos convidou além de nos enviar um e-mail com várias dicas de coisas legal para se fazer na cidade.

Bem, o relato do Show dos Pixies era pra começar agora, mas o post ficou tão grande que resolvi escrever num post inteiramente dedicado a ele…