Playboy Fake 001 – Mulher Maravilha

A partir de agora começo a minha coleção de capas fakes da revista PLABOY. Uma maneira chique de caçar pára-quedistas do Google e ainda fazer uma presença com os leitores, satisfeitos com minhas estripulias no design.

A garota da capa é uma gostosa chamada Tiffany Fallon. Eu confesso que não pesquisei nada a respeito dela e, convenhamos, é o que menos importa quando o assunto é uma safada fantasiada de Mulher Maravilha. Se você não concorda, mona, se enforca com o laço e finge que não viu o jato invisível na tua direção.

mulher maravilha na PLAYBOY

@izzynobre em São Paulo



Morróida, Gravz, Eu, Ian Black, e Cheapo, upload feito originalmente por izzynobre.

Nesta semana tive o prazer de hospedar o Kid e sua esposa, a Becca. Kid mostrou-se ainda mais divertido do que o internets e a distância permitiam. Becca vai além da sua beleza com uma alegria contagiante. Marina e ela tornaram-se boas amigas. Ainda tivemos a companhia dos suspeitos de longa data Fabião e Gravata, pude rever a Alê Felix por breves mas prazerosos momentos e ainda conheci o Rodrigo e a Aline de bônus.

Onde vivem os monstros (2009)

Há poucos dias cheguei no QG do Livreiro e encontrei sobre uma das mesas um exemplar de Onde Vivem Os Monstros do Maurice Sendak. O livro tem pouquíssimas frases (menos de 20) e um pouco mais de imagens mostrando a aventura do menino Max dentro da sua imaginação. Um belo livro infantil, cuja sutileza perde um pouco da força para quem, como eu, não é mais criança e ainda por cima tem o filme do Spike Jonze como principal referência.

O longa-metragem tem mais sucesso no desenvolvimento de alguns elementos abordados de modo breve no livro, como os monstros, com suas personalidades exploradas além das suas faces, deixando ainda mais claro que todos eles representam as facetas do Max, que enfrenta cada uma delas ao longo do seus relacionamentos com as criaturas.

Mas assim como o livro é muito mais representativo para as crianças o inverso acontece com o filme: embora possa ser apreciado pelos mais jovens, a sua construção é destinada ao público adulto. Embora eu tenha encontrado um trailer dublado, não tive a mesma sorte ao procurar por cópias dubladas do filme para que meus sobrinhos possam assistir.

Tive a oportunidade de ver o filme em IMAX em Nova Iorque, e ter as expectativas (que eram altíssimas por conta do primeiro trailer) superadas facilmente. A trilha sonora e a fotografia impressionam e são essenciais para emocionar qualquer um que se derreta em lágrimas diante de aventuras sinceras protagonizadas por crianças.

Caso você queira concorrer a ingressos para Onde Vivem os Monstros, recomendo que você siga o Twitter da Warner Bros. Pictures Brasil e fique de olho nas promoções.

5 melhores filmes de 2009

Eu não vi tantos filmes em 2009, confesso, mas o suficiente para uma lista honesta.

1 – WHERE THE WILD THINGS ARE

O trailer foi construído com muito cuidado tendo “Wake Up” do Arcade Fire um poderoso aliado (o que é aquele trecho que começa com o guri brincando com o barquinho enquanto o Win Butler canta “If the children don’t grow up /our bodies get bigger but our hearts get torn up / We’re just a million little gods causin’ rain storms turnin’ every good thing to rust“?). Muita gente se emocionou e as expectativas foram lá pra cima, afinal, qual o resultado de uma adaptação de um livro infantil dirigida pelo Spike Jonze? Tive a sorte de conferir o filme em Novembro, em Nova Iorque, numa sala IMAX. Creio que foi um dos filmes que mais me arrancaram lágrimas. E a trilha sonora ajuda muito para esse fim, mesmo não tendo Arcade Fire em nenhum momento.

2 – AVATAR

A primeira cena, na nave, com toda a profundidade, cheia de elementos em movimento, é de cair o queixo e fazer valer o ingresso (e olha que isso é beeeeem antes das paisagens lisérgicas tiradas das capas dos discos do Yes). James Cameron mostrando que é especialista em grandes e bons filmes. Os efeitos especiais só não impressionam tanto porque eles fazem com que você acredite que um lugar como Pandora pode existir. A tecnologia humana lembra muito o que foi mostrado em Aliens (1986). A história tem a simplicidade suficiente para que não seja simplória. E há MECHS em ação.

3 – THE BOX

Muita gente desceu a lenha no novo filme do Richard Kelly (eternamente pressionado a parir um novo Donnie Darko). Ele continua com as esquisitices comum aos seus longas, e dessa vez vai para os anos 70 para contar uma história que questiona o quanto realmente o ser humano se importa com o próximo. Foi inspirado num conto de um autor Richard Matheson. Contudo, o mesmo enredo já havia sido explorado por Eça de Queiroz no conto “O Mandarim”

4 – DISTRITO 9

Muito já foi falado em como o filme é uma alegoria ao apartheid na África do Sul, mas pouca atenção é dada a como D9 é um puta filme de ficção científica, com um protagonista que nos desperta uma série de sensações, todas bem distantes de admiração e respeito (me lembrei do protagonista de outra grande ficção científica fora dos padrões: The Host). Os alienígenas são um dos melhores já criados, e a menção de que eles transavam com prostitutas humanas pode te deixar curioso ou enojado. A nave estacionada, flutuando sobre a favela, é de cair o queixo. E todo filme que (também) possui Mechs em ação é digno de nota.

5 – STAR TREK

Confesso que nunca dei muita bola para a mitologia Star Trek. Nunca vi as séries ou os filmes, e sempre preferi as orelhas pontudas do Yoda, mas esse reboot proposto pelo JJ Abrams desperta a vontade de corrigir essa lacuna nerd. Embora utilize os personagens clássicos, o filme apresenta a origem de cada um deles, e insere uma história que felizmente prescinde de referências anteriores. Uma aula de como dar novo gás a uma franquia e uma esperança de que novas propostas para Star Wars surjam no futuro.

Pixies em NYC (Parte II de II)

Como eu havia dito no post anterior, Marina e eu estávamos exaustos depois de um dia que começou no topo do Empire States e terminou na Toy R Us passando por um MoMA fechado, o Central Park vazio, o Museu de História Natural cheio e o Zocalo delicioso. Chegando ao hotel Marina caiu na cama e eu resolvi descer até uma padaria que havia ao lado do hotel, na rua 34, para comprar Coca-Cola. Na ida passei em frente a um local cuja fachada dizia apenas MANHATTAN CENTER e percebi uma fila de gente com caras de que gostavam de música legal, e aos poucos essas pessoas iam entrando no local, sem antes passar pela revista dos seguranças. Imaginei logo que fosse um show, mas sem fazer idéia de quem.

Distância do meu hotel para o show dos Pixies

Deixei quieto e entrei na padoca e comprei a minha Coca. Então atravessei a rua e cheguei mais perto desse MANHATTAN CENTER e olhei por um dos vidros e pude ver um cartaz que dizia PIXIES PLAYS DOOLITLE e foi então que eu descobri que o tal Manhattan Center era o HAMMERSTEIN BALLROOM, casa fodida de shows, que já abrigou diversos espetáculos que estou com preguiça de ir procurar no Google pra listar aqui.

Na real, o nome soou familiar porque logo que começamos a planejar essa viagem, no começo do segundo semestre, eu não parava de fuçar a área de EVENTOS do Last.fm para NYC. E aí, amigo, o desespero bate por três motivos:

1) Muitos shows acontecem em Nova Iorque. Às vezes numa semana podem acontecer shows que no Brasil não aconteceriam num ano. Durante a minha estada houve vários do Sonic Youth (que eu não gosto e já vi ao vivo, em 2000), e um deles com show de abertura a cargo do Dinosaur Jr. (que eu adoro e nunca vi ao vivo), Devendra Banhart e Little Joy (foram dois, e eu comprei ingressos para ambos, mas Marina e eu ficamos com preguiça de ir ao segundo, no Brooklyn), Zero 7 (que fomos, mas gostamos muito mais da banda de abertura – Body Language), Devo, Meat Puppets, Camera Obscura, Dirty Projectors, Echo & The Bunnymen tocando Ocean Rain na íntegra (eu comprei ingressos, mas eles cancelaram) e isso só para falar das bandas bastante conhecidas. Mas o desespero, neste caso, bate menos pelo excesso de bandas mas mais pelas outras bandas que vão tocar um ou dois dias depois da sua partida. É o caso do Passion Pit, banda que eu mais queria ter visto esse ano, e que tocou 3 DIAS depois da minha partida.

2) O excesso de bandas legais tocando na mesma cidade na mesma semana causam dois problemas: o primeiro é ter grana para bancar todos os shows que você sempre quis ver (isso quando não estão esgotados e daí você pode correr o risco de comprar na mão dos cambistas) o segundo e maior problema é decidir em qual show ir quando acontece das bandas tocarem ao mesmo tempo, em locais distintos. Isso aconteceu comigo quando eu, num momento de distração e felicidade, ingressos para os shows do Devendra Banhart e para o Echo & The Bunnymen, sem dar conta que ambos tocariam em lugares distintos as 20h do Domingo, dia 22 de Novembro. No começo fiquei bem triste, e estava decidido a ver o Devendra, mas poucas semanas antes da minha ida houve o anúncio de um segundo show do neo-hippie, na Segunda-Feira, e dessa vez com abertura do Little Joy. Perfeito. Comprei os ingressos todo feliz, e como alegria de pobre dura pouco o show do Echo foi cancelado um dia depois (sad trombone).

3) Como eu falei no item 1, eu só havia listado as bandas conhecidas. E o que mais tem são bandas desconhecidas e BOAS tocando na cidade. Atualmente no Brasil estamos sofrendo cada vez menos com a ofertas de bons shows de bandas iniciantes, mas a coisa lá fora obviamente já está muito a frente. Assim, não foi um prazer conhecer bandas como Little Dragon a ponto de não querermos ver a banda seguinte, que seria o Body Language, banda que se provou melhor que a atração principal dias depois, quando abriram para o Zero 7. E ter tempo para ver o que há de legal acontecendo na cidade, tentando antecipar quais vão extrapolar os limites de Manhattan e chegar aos ouvidos (e aos palcos) brasileiros, é um prazer que gostaria de ter estendido.

Pois bem, voltando aos Pixies, fiquei bobo com a surpresa, e por um instante triste pois eu não havia comprado ingressos pois estavam Sold Out. Cheguei num cara na frente do local e perguntei se ainda havia ingressos, e ele me respondeu que conseguiria pra mim por 80 dólares. Pensei um pouco e disse que voltaria em breve.

Eram umas 20h e eu corri pro hotel e avisei a Marina que deu um pulo da cama e correu pro banho. Enquanto isso fui comentar as novidades com os amigos no Twitter, e só de manifestar que eu estava “pensando” em ir quase fui crucificado. Marina se aprontou e daí corremos para a frente do Hammerstein Ballroom, mas não sem antes combinar como faríamos com os ingressos. Marina ficou com 200 dólares no bolso e com todo o seu charme de mulher mais bonita de Manhattan e pois se a falar com um cara que nos abordou logo que chegamos ao local (e não o cara com quem eu havia falado antes). O cara ofereceu 150, mas a Marina ofereceu 100 por dois. O cara então abaixou, mas por 60 cada ingresso (o valor de face dos ingressos). Compramos e fomos felizes para a fila.

Pixies @ Hammerstein Ballroom, November the 23th, 2009

Chegamos no HB lotado e o show já havia começado. Se não me engano, e se o setlist foi igual ao do dia anterior, chegamos pouco antes de Debaser, quando Doolittle começa valendo. Sim, tocaram, todo o álbum do começo ao fim, na ordem (com direito à Kim Deal comentando “essa é a última do Lado A”). Aliás, Kim Deal não só fez seus majestosos vocais de apoio como cantou Into The White, das poucas que não há a voz do Frank Black em primeiro plano. A banda estava afiada e se houve erros ninguém percebeu. As músicas foram executadas com precisão, na mesma velocidade do original, mas com a crueza prevista por uma banda com formação tocando um disco de gravação e produção (imagino eu) complexas.

Doolittle tem mais de 20 anos, e é impressionante como ele simplesmente não envelhece. Pelo contrário, são raríssimos os álbuns que seguiram a sua trilha e conseguiram equiparar-se, mas desconheço algum que tenha superado-o. De longe é o meu preferido dos Pixies, embora não tenha a minha preferida, Alec Eiffel, que não foi tocada. E mesmo sendo a preferida não fez falta frente ao ótimo repertório. Saímos de lá felizes, com a sensação de que surpresas podem fazer as coisas melhores, podem fazer você ter a certeza de que está no lugar mais certo do mundo.

Pixies em NYC (Parte I de II)

Não deve ser novidade para quem só viu em filmes ou para quem esteve ou está lá, mas Nova Iorque é uma cidade que não precisa de muito esforço para ser surpreendente sob as mais diferentes formas. No meu caso isso aconteceu com as lojas de games, as linhas de metrô, lojas de roupa e até com um belíssimo pôr-do-sol sob uns 9 graus, às 3:30 PM. Mas vou deixar para falar sobre esses depois e me concentrar num episódio que escancara essas surpresas: o show dos Pixies que presenciamos por pura sorte.

Era uma Terça-Feira em que Marina e eu nos separamos pela manhã. Ela ficou em casa dormindo e eu fui atrás de um tênis confortável (encontrei um bom e barato New Balance 574 que me acompanhou durante todos os outros dias na cidade e além). Depois nos encontramos para tomar café e subimos até o topo do Empire States Building. O bagulho é louco e o processo é lento, mas cada segundo de espera é compensado pela vista fantástica da cidade. E aqui é melhor deixar que as fotos façam seu trabalho (e façam o favor de clicar nas imagens para apreciá-las no tamanho original):

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The Empire State Building
Reparem no edifício grande e preto ao centro. Do lado direito há o hotel aonde ficamos hospedados. Do lado esquerdo há uma espécie de outdoor anunciando o GTA IV: Stories Of Liberty City, dando ênfase para o Gay Tony. Se não conseguiu ver, dê uma olhada na foto abaixo.

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tentamos ir ao MoMA e quebramos a cara na porta fechada semanalmente nesse dia. Então aproveitamos a relativa proximidade para irmos ao Museu de História Natural, caminhando por um Central Park vazio, recheado por árvores sem folhas sob um céu azul sem nuvens. O passeio segui-se tranquilo até que começamos a sentir os pés doendo e o estômago vazio. Para a nossa sorte o museu estava próximo e, como não podia deixar de ser, havia uma carrocinha de cachorro-quente na frente.

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Comemos e entramos no museu e andamos por diversos departamentos, imaginando como seriam as guerras entre as civilizações cujas peças estavam sendo exibidas ali. Do pouco que vimos, chineses e russos ganhariam muitas. Seguimos para os animais pré-históricos e aproveitei para estrear minhar câmera de mão, produzindo um mini documentário para o meu sobrinho que não desgruda os olhos dos canais naipe Animal Planet.

Terminamos a nossa visita exaustos o suficiente para saber que o Museu de História Natural pede disposição e provavelmente mais de um dia de dedicação para ser bem visitado com decência. Caminhamos pela Broadway até que encontramos uma estação de metrô e decidimos seguir até a Grand Central Station, atrás de um bar de ambiente mexicano que nos foi recomendado por um vendedor shkotzim da B&H. Descemos na Times Square e seguimos a pé até a Grand Central Station onde encontramos o Zocalo Bar & Restaurant sem muita dificuldade.

Fomos atendidos por uma gentil equatoriana que ficou muito feliz em saber que somos do Brasil. Aliás, uma coisa bem interessante que aconteceu por duas vezes nessa viagem foi a emoção manifestada por essa identificação Sul Americana. Carolina nos serviu boas comidas mexicanas e duas ótimas margaritas, mas eu logo fiquei de olho na margarita frozen de manga da moça ao nosso lado, que depois provou-se de fato ainda melhor.

Ainda cansados, mas agora bem-alimentados, resolvemos passar na Toy R Us da Times Square e me decepcionei com o tamanho da loja, além do fato dos funcionários serem irritantemente mal informados, diferente de todas as outras lojas dos mais diversos tipos que eu havia visitado até então. Mal sabiam o que era Star Wars, mesmo havendo lá uma seção com brinquedos da série. Não levei nada, mas a Marina apareceu com o mais que procurado PIKACHU MÉDIO (sim, não podia ser grande nem pequeno) que meu sobrinho havia me pedido há quase um ano e eu não havia encontrado no natal passado e nem no seu aniversário.

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No final decidimos que nossos pés e pernas mereciam um descanso depois de abusarmos deles por tantas horas, e rumamos para o hotel que ficava relativamente perto da Times Square (8th Ave X 34th St) para um banho demorado e justo para depois, se houvesse ânimo, irmos a um show de uns amigos da prima gringa do Leo, que gentilmente nos convidou além de nos enviar um e-mail com várias dicas de coisas legal para se fazer na cidade.

Bem, o relato do Show dos Pixies era pra começar agora, mas o post ficou tão grande que resolvi escrever num post inteiramente dedicado a ele…

Protegido: Para a pretinha, uma canção

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XAVECO ARTE: RECEITA para um ENCONTRO À DISTÂNCIA

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Any solemn phase / and you belong to two times at once / / my radio’s my heart / we live as one / two ways at once // I know the waves I form / I know the way I won’t become
John Frusciante

Num relacionamento à distância, estamos impossibilitados de usar a maior estratégia de sedução e realização, que é a simples interatividade direta entre os corpos. Conscientes dessa condição, e bem sabidos do que o professor Jan nos disse no capítulo anterior, vamos colocar nossa criatividade em prática para atingir o maior número de conectividades possíveis.
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11 Canções para amar mais

Conheço o Gitti há mais de dois anos. Desde que entrei numa comunidade sobre Sonhos Lúcidos no Orkut. Foi através dessa referência que conheci o seu blog e me tornei fã, disseminador e incentivador do seu trabalho. Mais tarde nos conhecemos pessoalmente e nos tornamos amigos. E nossas conversas muitas vezes passam por planos de projetos ou ações que provoquem as sensações alheias. E este post, feito em conjunto com ele, é um desses.

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Twitter, Referências

Há pouco terminei uma palestra sobre Twitter no iDig, no Rio de Janeiro, para um público de perfis bem diversos, mas iguais na gentileza e receptividade.

Estou voltando para São Paulo com várias dúvidas, e a cabeça roando com tantos desafios e possibilidades, como sempre deve ser.

Estou gostando muito a palestra do Aloy, que está fazendo uma abordagem bem interessante sobre o Twitter, falando de como na verdade estamos vivendo uma revolução cultural, algo que eu acredito, mas que não me deixa de surpreender.

Para quem assistiu minha participação, meus agradecimentos sinceros pela atenção e paciência. Caso queiram e possam, peço que me enviem impressões e recomendações para que eu possa melhorar as minhas apresentações futuras.

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